Este trabalho propõe uma reflexão sobre o corpo feminino e os estigmas sexistas e machistas que se impõe a ele; o modelo renascentista do corpo clássico e perfeito; a obscenidade imposta à nudez, confinada a espaços delimitados pela moral judaico-cristã; e a alienação da produção dos sentidos do corpo. 
As imagens representam: autorretratos e retratos de mulheres, realizadas em longa exposição; reflexos de esculturas em fragmentos de espelhos encontradas em museus e praças de diversos países; paisagens e objetos encontrados na natureza; e poesia autoral.
Trabalho selecionado nas convocatórias: Floripa na Foto com primeiro lugar (Florianópolis, 2019); Foto Sururu com Menção honrosa (Maceió, 2019); Bienal Black Brasil Art  (Porto alegre, 2019); Foto em Pauta (Tiradentes, 2020)
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