Minha pesquisa se centra na construção imagética dos processos psíquicos que permeiam meu cotidiano e que fragilizam minha sensibilidade corpórea. Mostro, metaforicamente, histórias vividas, dou corpo ao sentimento e à dor, numa perspectiva ‘biopsicosocioambiental’ da existência da mulher.
Minha prática performativa nos autorretratos e intervencionista nos espaços naturais ou urbanos, ocorre de forma solitária e intimista. Meus projetos percorrem caminhos emocionais ora internos, ora externos. Esta alternância permite a decantação dos sentimentos e o olhar crítico sobre o processo. 
Ao desafiar o 'status quo', possibilito a reflexão, proporciono a cura e o resgate do valor da vida.
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