As percepções, exibições e relações do corpo estimuladas pelas mídias impõem formas
que se aproximam dos estereótipos já estipulados e assimilados aos moldes
idealizados pela estética renascentista e pelos padrões das moral judaico-cristã. Estes
padrões são muros que enclausuram toda forma diferente de ser, existir e se
relacionar com o outro.
A imagem apresentada mostra corpos sem identidade, fora destes padrões estéticos
midiáticos, aonde o autorretrato é um não retrato substituído pelo corpo sem vida,
idealizado e pétreo da Venus de Milo.

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